GONÇALO SANTOS conta que, depois de ter conseguido ler mais de cinco mil livros, descobriu uma brecha em algo que muitos procuram nas leituras e não encontram: assuntos misturados com a roça e a Cidade que nunca se uniram nas histórias contadas.
Temos o conto Romântico Regional, que envolve um casal de CANDANGOS. Aqui em ILHÉUS, BAHIA, ITABUNA, ITAPEBI, ITAGI E BELMONTE ESTES SÃO LUGARES QUE MEUS ESCRITOS ANDAM, E AINDA DA NASCENTE AO POENTE DO RIO JEQUETINHONHA. São considerados cachorros sarnentos. Mais ao longe, são apenas trabalhadores braçais ou mesmo profissionais que não têm lugar certo para trabalhar. Foram mais executados estes nomes na Construção de Brasília, a nova Capital do Brasil. Serão responsáveis pelo sucesso de toda história, até o fim de tudo.
Constando para o casal de aventureiros, que eram considerados a Rainha do brega, que, de coração e alma, eram um casal de almas gêmeas. Coisas que ninguém distinguia era a nobreza daqueles dois, que eram um amor perfeito.
Tudo começou com um encontro casual, na entrega do Leite na casa da garota. Aquele momento, para um, foi a execução das suas ideias psiquiatras; e, para o outro, o remédio de simplicidade.
Na verdade, aquela dondoca com o nome de JOSSY se comportava como uma Princesa, filha do papai brega, com todo seu desleixo, mas em razão do seu tratar a todos ao seu arredor, como se todos fossem irmãos-modéstia.
Do lado do Príncipe, que foi um felizardo nascido em berços de capim e herdava grande inteligência cósmica, na vida animal e na vida teatral, que deixava todos de boca aberta, para seu ego, que apesar de tudo, ele é aleijado das duas pernas, sendo perdidas com bombas ou torpedos, na guerra. Para completar, não tinha pai nem mãe. Ele era um grande espadachim, e tinha manhas para manejar todas as armas e coisas mais, pois quem olhava para ele não dava valor, nem de um tostão, e aí ele caía, matando o seu adversário.
Esta história romântica andou por varias Cidades, e depois de muitos sobes e descem, eles voltaram a residir onde jamais teriam tido de sair.
Vamos descobrir quem é quem; e que o que é do homem o bicho não come.

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